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Série A não é para sortudos, é para quem sabe gerenciar!

  • joycegomesmaciel
  • 8 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de dez. de 2025

Jogadores Vina e Moisés se olhando no Clássico Rei
Foto: Davi Rocha / @1davirocha

Tristeza! É assim que inicio minhas palavras aqui. No ano em que cinco clubes do Nordeste protagonizam o feito histórico de ter um quarto da Série A sob seus domínios, três clubes caem para a segunda divisão.


O Sport desde o início demonstrou que, definitivamente, veio para passear e envergonhar seus torcedores. O Fortaleza foi uma grande surpresa desagradável. Uma equipe que chegou a disputar o título nacional, se viu definhando jogo após jogo e coincidentemente (somente mera coincidência e ironia do destino), depois da saída de Alex Santiago do plantel da diretoria tricolor.


Mas e o Ceará? O que deu errado? O que não deu certo? 37 rodadas fora do Z4 e rebaixado na última, diante de mais de 50 mil torcedores, na Arena Castelão, jogando contra a base do Palmeiras (que claramente poderia substituir o titular do alvinegro), que estava ali apenas para cumprir tabela.


A verdade, meus amigos, é que Série A não é para sortudos. Série A é para quem sabe gerenciar. Me voltando para as equipes cearenses que é onde mais exerço meu trabalho de jornalista, corneteira ou o que vocês acharem melhor adjetivar, sinto que era previsível, mas não queríamos enxergar.

Jogadores Pedro Raul e Ávila em disputa de bola
Foto: Davi Rocha / @1davirocha

O Fortaleza chegou a desistir do campeonato até um mês atrás. Ressuscitou do mais absoluto nada por uma motivação que me deixa um tanto curiosa. Não foi o suficiente! Perdeu fora de casa, de virada, com direito a gol de Arthur Cabral, cria da base do seu principal rival.


E o Ceará? Ora, meus amigos. Vejamos bem: não me levem a mal e nem me odeiem por isso mas contratar jogador pra inflar ego de parte da torcida que muda de opinião como troca de roupa, é qualquer coisa menos gestão. Não sou um grande nome da gestão mundial, mas acho que meus estudos ao longo da vida que dispenso descrevê-los aqui, já que o intuito não é me autopromover, me permitem 'hablar' sobre o assunto, e não! Isso não faz parte de uma gestão inteligente. A culpa seria de um jogador? A culpa seria da diretoria? Acho que a culpa é da gestão que não existiu.


É, queridos! Nem sempre quem ri por último, ri melhor. Agora teremos Clássico Rei na Série B, na Copa do Nordeste e no Cearense, como de praxe. Mas não teremos um dos maiores clássicos do Brasil na elite do futebol nacional em 2026.


O futebol pune! A desorganização pune! Série A não é para quem tem sorte. Isso fica para as apostas na mega-sena. Série A é para gestão e planejamento.

Imagem das torcidas no Clássico Rei
Foto: Afonso Ribeiro/Jornal O POVO


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